quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Ateus conseguem impedir distribuição de Bíblias em escolas Gideões Internacionais são alvos de processos em diferentes países.



Ateus conseguem impedir distribuição de Bíblias em escolas 
Ateus conseguem impedir distribuição de Bíblias em escolas
Desde sua fundação em 1908, o ministério Gideões Internacionais distribui porções da Palavra de Deus ao redor do mundo. Atualmente são mais de 190 países que contam com voluntários fazendo a distribuição.
Entre os locais mais comuns para se se encontrar os Novos Testamentos de bolso, característicos do ministério, estão hotéis, hospitais, prisões e escolas. Mas por causa do processo de um grupo ateu, não será mais possível fazer a distribuição de Bíblias e Novos Testamentos (edição combinada com Salmos e Provérbios) nas escolas públicas do Canadá.
O site dos Gideões Internacionais diz “Nós acreditamos que a Palavra de Deus pode mudar vidas”. No entanto, Rene Chouinard, líder de um grupo ateísta, ficou irritado por que, durante vários anos, os Gideões distribuíram Bíblias para os alunos na escola onde sua filha estuda.
Ateísta militante, Chouinard procurou a direção do distrito escolar e pediu para dar aos alunos um livro ateu que compara Deus ao Papai Noel e afirma que a Bíblia “está cheia de erros”. Diante da recusa das autoridades escolares, Chouinard entrou com um processo na justiça canadense.
A decisão sobre o caso foi proferida pelo juiz David Wright, do Tribunal de Direitos Humanos de Ontário, que decidiu em favor dos ateus. Em seu veredito, ele também classificou a distribuição de literatura religiosa em escolas como “discriminação”.
Este é o segundo revés sofrido pelo grupo, que atua nas escolas canadenses desde 1936. No ano passado uma decisão parecida os impedia de distribuir material cristão no distrito de Bluewater. Na época, Kelvin Warkentin, porta-voz dos Gideões Internacionais canadenses, reconheceu que os tempos mudaram e que o processos de secularização da sociedade parecia irreversível.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, onde o Gideões Internacionais foi fundado, corre um processo semelhante. A organização American Civil Liberties Union (ACLU) entrou com um processo judicial no Estado do Kentucky exigindo a proibição da distribuição de Bíblias dos Gideões nas escolas públicas.
O argumento da ACLU é que esse tipo de distribuição é inconstitucional e fere o Estado laico. O processo foi questionada na justiça pelo grupo de juristas cristãos Alliance Defending Freedom (ADF).
O advogado Rory Gray, membro da ADF, esclarece: “As escolas públicas devem incentivar a livre troca de ideias, e não fechar as portas para que isso aconteça”. Segundo o Jeremy Tedesco, também da ADF: “As escolas americanas não devem permitir que a ACLU os intimide, fazendo uma clara violação constitucional [da liberdade de expressão]“.
O Tribunal de Apelações que tem jurisdição sobre Kentucky sustenta que “os Gideões podem distribuir literatura religiosa para alunos nas escolas públicas desde que em condições de igualdade com grupos seculares”. A Associação de Escolas do Kentucky defende-se, afirmando que as escolas não podem proibir a distribuição de literatura cristã.

José do Egito chega ao fim com bons índices de audiência O reencontro de José com sua família foi a cena mais marcante para o ator principal



José do Egito chega ao fim com bons índices de audiência 
  José do Egito chega ao fim com bons índices de audiência
Nesta quarta-feira (9) a Record exibirá o último capítulo da minissérie “José do Egito” mostrando o reencontro de José com seu pai, Jacó, e encerrando a história do menino que foi vendido por seus irmãos para ser escravo e se tornou o governador do Egito.
A estreia do programa foi em 30 de janeiro sendo que no início seriam apenas 28 capítulos, mas pelo sucesso de audiência a trama foi esticada ganhando mais nove capítulos. A média de ibope foi de 14 pontos com picos de 16, fazendo com que a emissora de Edir Macedo alcançasse o segundo lugar de audiência no horário.
Para realizar toda a produção a Record gastou cerca de R$60 milhões e precisou locar espaços de gravação no Chile, Israel e Egito. Os valores fizeram com que “José do Egito” se tornasse uma das produções mais caras da história da TV brasileira.
A Record escolheu um elenco com grandes atores para interpretar essa história bíblica, nomes como Ângelo Paes Leme, Maytê Piragibe, Samara Felippo, Bianca Rinaldi, Taumaturgo Ferreira, Mylla Christie, Vitor Hugo e Carla Cabral ganharam papéis principais e conseguiram atrair o público.
Não só os telespectadores, mas também os próprios atores foram impactados com a mensagem da minissérie. Ângelo Paes Leme, que interpreta José, comenta que a cena que ele reencontra sua família foi a melhor cena de toda a sua carreira.
“A cena que mais me marcou foi a que, na minha opinião, é a grande cena de José. É quando ele se revela para os irmãos e se liberta do esconderijo de governador em que ele vive. Ele se liberta do passado e consegue se realizar o que tanto quis na vida, que era reencontrar e perdoar os irmãos. Foi muito forte”, disse o ator.
O capítulo final será exibido nesta quarta-feira (9) a partir das 21h30. Na próxima quarta (16) estreia a minissérie “A Bíblia”.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Seja você a Luz na escuridão!!!

Olá Pessoal!!! 
Hoje estou compartilhando com vcs, um texto muitooo bacanaa
 
Todos nós queremos contar aos nosso amigos sobre as coisas boas que acontecem conosco. Se ganhamos um prêmio ou algum presente especial, queremos que os outros fiquem sabendo.

A salvação dos nosso pecados é o maior presente que podemos receber e , mesmo assim por incrível que pareça, ficamos com medo de contar aos outros sobre ela.
O fato é que Jesus Cristo, disse que devemos anunciar as boas novas do  evangelho aos outros, batizando-os e ensinado-os a obedecer a tudo que ele ordenou
Um seguidor  é  mais do que alguém que segue e imita um líder, portanto Jesus não quer de maneira nehuma que tenhamos medo; ao contrário, ele que façamos com que os outros o sigam e vivam como ele.
Então Galeraaaa  se ligaraaam na mensageem?
Deus deseja que sejamos luz para o mundo, refletindo sempre o amor de Deus onde quer que estejamos. Daí vc pode pensaar? ah mas eu sou muito tímidooo pra falar de Cristo as pessoas... quer sabeeer eu tbm sou um pouco tímidooo, mas o fato é que até mesmo sem falar nenhuma palavra se quer, nós podemos testemunhar de Cristo. As vezes uma atitude vale mais que mil palavras!!!
Não esqueça disso,  viva uma vida que agrade o coração de Deus
Finalizo deixando pra nossa meditação (João capitulo 9 : 5).
Seja Luz por onde você andar.
Um abraço fiquem com Deus e até o Proximo Post!!!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Pastor Miranda da Assembleia de Deus defende união de lideranças evangélicas para realização de ventos como o Cristo Liberta

Pastor Miranda no programa Só Cristo Salva da Rádio Difusora - Fotos: Karla Viegas

Para que os evangélicos de Mossoró voltem a realizar o Cristo Liberta, mesmo que sem o apoio do poder público, é necessário apenas que as lideranças evangélicas da cidade, se unam.

Foi o que afirmou o pastor Francisco Cícero de Miranda, em entrevista ao programa Só Cristo Salva, neste domingo, 6, na Rádio Difusora AM (1.170khz), de Mossoró/RN.

Apresentado pelos jornalistas Carlos Skarlack e Michele Fonseca, o programa Só Cristo Salva recebeu a presença do pastor Miranda.

Sobre o Cristo Liberta, o pastor Miranda disse que, se faz necessário que os líderes das igrejas evangélicas deixem, por um momento, de pensar só em suas próprias tribos (igrejas), para pensar no Reino de Deus como um todo.

Ele considera que a realização de eventos como o Cristo Liberta deve ser uma das estratégias que os evangélicos podem promover para a conquista de almas para Jesus Cristo, em Mossoró.

Importe-se

Olá pessoal
Naamã, o comandante do exército da Síria, era muito respeitado e estimado pelo rei do seu país porque, por meio de Naamã, o Senhor tinha dado vitória ao exército dos sírios. Ele era um soldado valente, mas sofria de uma terrível doença da pele. Num dos seus ataques contra Israel, os sírios haviam levado como prisioneira uma menina israelita, que ficou sendo escrava da mulher de Naamã. Um dia a menina disse à patroa: "Eu gostaria que o meu patrão fosse falar com o profeta que mora em Samaria, pois ele o curaria da sua doença”. Então Naamã foi falar com o rei e contou o que a menina tinha dito. (2 Reis 5:1-4)

                Há alguns dias atrás estava lendo este texto. Já o havia lido várias vezes e sempre que o lia, reparava no ponto central da história, ou seja, na cura de Naamã através do profeta Eliseu. A forma como o milagre aconteceu sempre me impressionou, mas desta vez algo diferente me chamou atenção. Reparei no início da história e pensei: “Se a menina não tivesse dito nada a respeito do profeta Eliseu, talvez Naamã nunca tivesse sido curado.”



                O fato de esta garota ter se importado com seu patrão nos mostra sua nobreza e bondade. Não nos é revelado nada sobre ela, sua idade nem as circunstâncias em que ela vivia, apenas que ela era israelita, havia sido levada como prisioneira para a Síria e que tinha se tornado escrava. Longe de sua terra natal, quem sabe sozinha e sem sua família, esta garota se comoveu e se importou com a situação de seu patrão. Ela ousou se importar. Quem se importaria? Me coloco nesta mesma situação. Qual seria a minha atitude no lugar dela? Ela não ignorou a dor de seu próximo, ainda que este tenha sido um dos responsáveis pela situação em que ela se encontrava.

                Ela não demonstrou ressentimento nem disse: “Bem feito pra Naamã. É bom pra ele aprender...”. Não, ela não disse isto. Ao contrário, ela se lembrou da bondade de seu Deus que poderia curá-lo e libertá-lo da lepra. Ela se comoveu por sua situação. Ela enxergou a dor e o sofrimento que ele estava sentindo e resolveu dar a dica pra que ele fosse falar com o profeta Eliseu.

                Quantos de nós também estamos na mesma situação? Existem tantas pessoas sofrendo ao nosso redor. Tantos precisam ser salvos e curados. Precisam de paz, de esperança, de uma razão pra viver e muitas vezes não fazemos nada. A menina israelita teve uma atitude. Ela não se comoveu apenas, mas agiu pro bem de Naamã. Não bastam apenas palavras. É preciso uma atitude. Vamos olhar sim o ferido, mas também vamos estender a mão, mesmo que seja a uma pessoa que tenha nos ferido ou nos magoado. Não foi assim que Jesus fez com a gente? Apesar de nossos erros e pecados, Jesus nos ofereceu uma nova oportunidade, dando Sua vida ali na cruz.

                Quem está ao seu lado e precisa de ajuda? Ainda que seja alguém que tenha te prejudicado, te causado mal não deixe de oferecer ajuda. Um ato simples rendeu a cura de Naamã e este fato seria lembrado mais tarde por Jesus (Lucas 4:27). A cura do comandante demonstra o amor de Deus. Ele não era judeu, no entanto Deus o curou. Há pessoas não cristãs a sua volta? Deus as ama também. Permita-se ser usado pra levar a cura de Deus. Lembre-se do exemplo de Cristo. Não se esqueça do exemplo da menina isralita escrava na Síria.

Em Cristo, com amor

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Milhões de cristãos se unem em oração pela paz em Jerusalém Evento reúne 300 mil igrejas cristãs em 174 países


Milhões de cristãos se unem em oração pela paz em Jerusalém  
Milhões de cristãos se unem em oração pela paz em Jerusalém
Neste domingo (6), milhões de cristãos e milhares de igrejas ao redor do mundo participaram do dia mundial de oração por Jerusalém. A organização do evento explica que estão cumprindo o mandamento bíblico em Salmos 122:5 ao orar “pela paz de Jerusalém”.
Um dos idealizadores do movimento, Robert Stearns, conta como deu início a esse movimento cerca de uma década atrás. “Decidimos nos reunir sempre no primeiro domingo de outubro. Foram mais de 300 mil igrejas cristãs em 174 países participando no ano passado”.
O Dia Mundial de Oração pela Paz em Jerusalém tem uma página em português e conta com a oração dos brasileiros, que se organizaram para um “relógio de oração” durante 24 horas.
Para Stearns, a iniciativa ajuda a ensinar às igrejas locais a importância profética de Jerusalém. Ele acredita que é sempre importante orar por Jerusalém, mas de modo especial diante dos últimos acontecimentos mundiais. “O moderno Estado de Israel, em seus 65 anos de existência, nunca foi cercado por tantas ameaças. A instabilidade no Oriente Médio é algo absolutamente extraordinário. Certamente, o que ocorre nessa parte do mundo, em seguida afeta todo o planeta… São as dores de parto de algo maior que está por vir… quando veremos o shalom [paz] instaurado”.
Em 27 de janeiro, foi realizado em Jerusalém, o 5° Dia Mundial de Oração pela Paz na Terra Santa. Uma iniciativa católica, este ano contou com o apoio de três mil cidades, onde paróquias, sacerdotes e leigos se mobilizaram e intercederam pela paz em Israel. A data foi escolhida por coincidir com o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto e de Prevenção de Crimes contra a Humanidade. Foi em 27 de janeiro de 1945 que ocorreu a libertação dos judeus no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau.

O mundo assiste impassível à extinção do cristianismo no Oriente Médio, alerta historiador Maior líder muçulmano da Arábia Saudita volta a pedir a destruição de todas as igrejas cristãs





O mundo assiste impassível à extinção do cristianismo no Oriente Médio, alerta historiador  
O mundo assiste impassível à extinção do cristianismo no Oriente Médio
Diante do crescente movimento anticristão em diferentes países do Oriente Médio e do norte da África nos últimos meses, o sheik Abdullah bin Abdul Aziz, afirmou que é necessário “destruir todas as igrejas” da região.
Ele é o grão-mufti da Arábia Saudita, maior autoridade espiritual da nação que é berço do Islamismo. Segundo a Missão Portas, é o segundo país que mais persegue os cristãos, Abertas. O líder religioso é o chefe do “Conselho de Ulama” [eruditos islâmicos] e da Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas (decretos religiosos). Suas palavras sempre têm grande repercussão, sobretudo entre os muçulmanos sunitas.
Sua afirmação recente é a mesma que foi divulgada no ano passado. Desta vez o motivo foi a divulgação que enquanto países como o Kuwait proíbem a construção de novas igrejas, em junho foi inaugurado um novo templo cristão perto de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Outra está em construção em Abu Dhabi.
No início de 2013, o rei do Bahrain doou um terreno para a construção de uma nova catedral católica no país. Na Árabia Saudita, estima-se que existem cerca de 3 milhões cristãos, todos trabalhadores imigrantes que não podem construir uma igreja pois a lei não permite.
Esse tipo de convocação ocorreu poucos dias antes do evento “Relatório do Oriente Médio: Porque a verdade está se perdendo” realizado em Londres. Entre seus oradores estava o historiador inglês Tom Holland. Em sua opinião, o mundo está assistindo impassível à extinção do cristianismo na mesma região onde ele se originou.
Sua “avaliação apocalíptica”, como foi definida pela imprensa, é baseada em farta documentação de evidências e estatísticas do avanço na região do Islã militante. “É o clímax de um processo que iniciou ao longo do século XX e pode resultar em breve na extinção efetiva do cristianismo no Oriente Médio”, afirmou ele durante um painel do evento. Segundo ele, o estopim foi a onda de ataques contra cristãos no Egito desde a chamada Primavera Árabe.
Também presente no evento, Nina Shea, diretora do Instituto Centro Hudson de Liberdade Religiosa Hudson, com sede em Washington, disse que a destruição de dezenas de igrejas, mosteiros, escolas, orfanatos e empresas cristãs foi planejada para passar despercebida enquanto a imprensa cobria apenas os processo político em andamento nesses países.
Referindo-se aos coptas, asseverou “É a pior perseguição em 700 anos contra a maior e mais antiga minoria cristã restante no Oriente Médio”. Ao falar sobre a Síria, destacou que os cristãos que fogem de suas casas para não serem mortos pelos jihadistas da Al Qaeda sequer podem ir para os campos de refugiados. A maioria deles é dominado por extremistas que os usam para recrutar soldados e não se mostram simpáticos aos cristãos.
O público ouviu uma lista de atrocidades e devastação em cidades onde existem comunidades cristãs. Betsy Hiel, correspondente do jornal americano Tribune-Review, ressaltou que a cobertura desses eventos é deliberadamente ignorada pelos grandes órgãos de imprensa. Segundo ela, a propaganda islâmica de busca pela liberdade vendida ao Ocidente foi “comprada” inclusive pelas igrejas cristãs. Enquanto elas não se manifestam sobre o assunto, os cristãos vão sendo exterminados um pouco a cada dia naquela região.